domingo, 3 de junho de 2012

Dia do bichinho - Leishmaniose visceral canina

Hoje foi um dia muito divertido, criativo e produtivo.

Quando era pequena, sempre assistia as peças de fantoches produzidas pelos meus tios Braz e tia Glorinha. Ficava hipnotizada com as histórias que eles contavam.

Eles montavam o palco com retalhos de panos e a gente sentava-se no chão, com as pernas cruzadas, pecoço estirado para cima e olhos esbugalhados, prestando atenção no enrredo contado.

Sempre tinha o gato de botas com sua bota mágica, um saco dependurado no corpo que eles retirava peças que estimulavam a nossa imaginação.

E quando terminava, a gente ficava triste porque queríamos mais.

Era sempre uma festa, porque minha família é muito numerosa, e era quando a primaiada se encontrava.

Por causa disso....

Resolvi tentar fazer algo parecido com a tal da leishmaniose visceral canina.   

E vieram participações ilustres, como a tia Glórinha e o João Victor


Cirlene, a médica veterinária Jucinéia

Aqui estamos falando sobre o tamanho do "mosquitinho" que transmite a Leishmaniose visceral, para homens, cães, gatos e outros animais.



Falamos também sobre outras zoonoses, como a raiva.

3 comentários:

  1. Parabéns Dra. Priscila, prevenção e informações corretas é o melhor caminho para o controle da leishmaniose e mostrar que o cão não é o vilão, é uma vítima como nós humanos e matar não é a solução!
    Tenho uma comunidade de leishmaniose com alguns amigos no Facebook, Leishmaniose prefiro tratar que matar e postei a sua apresentação lá.
    abs
    Vivi Vieri

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    1. Obrigada Vivi. Também acho que a conscientização das pessoas é a melhor forma de prevenir a leishmaniose nos animais.

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  2. Muito lindo....Sem palavras
    Beijos.

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