segunda-feira, 25 de novembro de 2013

E sempre era uma vez, que ainda será era, em breve.

Elias José, autor desse poema, passou um dever de casa que deveria ter sua história continuada.

Queria saber de uma vez só, mas João Victor, não poupou detalhes, quando chegou sua hora.

Nessa história tinha uma cachorrinha muito alegre e assanhadinha, que foi abandonada na pracinha.

Era uma vez um tal de um homem, que se achava belo, esperto, mas na verdade era um folgadão, que gostava de transferir seu problema para o cidadão.

Era uma vez um cachorrão, enjoado, latidor e brigão, que ficou assim por causa de sua condição, pouca comida, pouco carinho e muita pressão.

Era uma vez um palhaço, que só levava tombaço.

Era uma vez uma delicada menina, que semeava amores, carinhos em seus caminhos.

Era uma vez uma tal de Dona Inês, que tinha cão listrado e gato xadrez, que achava lindo a prenhes do seu gato xadrez.

Era uma vez a mesma história, onde o gatinho foi deixado a mercê da sua trajetória, pois sabiam que seria resgatado por quem detesta essa história.

Era uma vez uma feira de adoção, que promove a conscientização.

Era uma vez uma protetora, que teimava, que sofria e que cuidava de sua linda cachorrinha Sofia, e vivia triste por causa da sua limitação.

Era uma vez um belo cachorrinho, que foi adotado por seu lindo paizinho.

Era uma vez um lindo gatinho que passeava todo esbelto ao lado da menina com vestido amarelinho.

Moral da história: Gatos e cachorros, animais de todas as espécies não devem ser abandonados e nem maltratados. Adote-os.


2 comentários:

  1. Amei Priscila, passarei por lá, que Deus abençoe esses peludinhos e envie tutores responsáveis e com muito amor para dar.
    Parabéns mais uma vez por essa iniciativa.
    Você além de amiga é a veterinária nota 1000.
    Deus te abençoe sempre mais.

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